A Packster foi destaque recentemente no portal Mundo do Plástico, em uma entrevista com Jack Strimber, CEO da empresa, que contou um pouco sobre repensar o jeito de fazer embalagens no Brasil. A matéria inspirou este conteúdo e adaptamos aqui a conversa para compartilhar um pouco dessa visão com você.
Na entrevista, falamos sobre o papel da embalagem flexível na experiência do consumidor e como a inovação tem guiado essa transformação no mercado. E é justamente sobre isso que queremos continuar falando aqui.
Falar de produto é, cada vez mais, falar de embalagem. Ela não serve só para proteger, também é o primeiro contato do consumidor com a marca, o que desperta curiosidade, cria valor e transmite propósito.
E, nesse movimento, aparece a Packster, com impressão digital e opções de materiais sustentáveis, entregando inovação em soluções para quem quer lançar produtos com agilidade e consciência. Entenda mais na entrevista!
A Packster é o braço digital da Zaraplast, uma das fabricantes de embalagens mais conhecidas do Brasil, com 65 anos de mercado. A ideia, segundo Jack Strimber, CEO da Packster, era dar mais agilidade e flexibilidade para atender quem precisa lançar produtos com rapidez, especialmente pequenas e médias empresas.
“Juntamos esse DNA digital com a preocupação com sustentabilidade e criamos a Packster. Dentro do grupo, eu diria que a gente cumpre esse papel de inovação, trazendo soluções que conversam com um consumidor cada vez mais exigente”, explica Jack.
Mesmo jovem os planos da Packster envolvem ampliar as soluções e chegar a novos segmentos e regiões do país. Tudo isso com base em três pilares que guiam a marca desde o começo: velocidade, flexibilidade e sustentabilidade.
“Nossa estratégia está muito ligada a esses três pilares. Hoje, o consumidor brasileiro valoriza muito a embalagem — não só pela estética, mas principalmente pela questão ambiental. Então o que a gente faz é ajudar as marcas a avançarem nisso de forma viável”, completa o CEO.
A Packster já atende empresas de vários setores industriais:
Essa diversidade só é possível porque a Packster trabalha com embalagens flexíveis. Elas se adaptam a praticamente qualquer tipo de produto. Um mesmo pouch, por exemplo, pode embalar café em grãos, snacks ou suplementos em pó, é só mudar o tamanho, o tipo de fecho ou o material.
No fim das contas, é esse formato que dá liberdade para criar embalagens bonitas, práticas e sustentáveis, sem precisar complicar o processo.
A Packster oferece diversas opções de materiais recicláveis, voltadas à performance e à sustentabilidade:
Ao encomendar sua embalagem flexível com a Packster, você pode escolher as opções com:
“A gente lançou, por exemplo, uma embalagem compostável doméstica que literalmente vira adubo em casa, no jardim. Isso gera uma conexão imediata com o consumidor”, conta Jack Strimber, CEO da Packster.
Como você já sabe, as embalagens da Packster são flexíveis e estão disponíveis nos modelos Stand Up Pouch (sem e com bico), sachê e Box Pouch, oferecendo versatilidade e excelente apresentação visual.
Além disso, também fabricamos bobinas de filmes com alta qualidade de impressão digital, para marcas que têm suas próprias máquinas de envase ou terceirizadas e querem personalizar o visual das embalagens com liberdade.
Falar de sustentabilidade vai muito além do material da embalagem, passa também pelo modo como ela é pensada e criada. E é justamente nesse ponto que a Packster se destaca.
Mais do que produzir embalagens recicláveis, a empresa atua lado a lado com seus clientes no desenvolvimento das embalagens, ajudando marcas a repensarem seus produtos de forma mais consciente e viável. ajudar na materia-prima mas no design
“Isso pode ser desde sugerir monomateriais, que são muito mais fáceis de reciclar, até pequenas mudanças de design que já melhoram a reciclabilidade. É um trabalho em conjunto: o cliente traz a realidade do negócio e a gente traz a visão técnica com a finalidade de dar um passo adiante em sustentabilidade sem perder a viabilidade econômica”, explica Jack Strimber.
A preocupação ambiental da Packster não está só no produto final, mas também no processo de produção. Utilizamos impressão digital exclusiva, que reduz o impacto ambiental e acelera as entregas, substituindo métodos convencionais mais poluentes.
Entre as vantagens da impressão digital, estão:
Além dos ganhos ambientais, há também benefícios econômicos: o processo dispensa clichês e cilindros, permite tiragens menores e evita o acúmulo de estoque, já que é possível imprimir diferentes versões de embalagem em um único pedido.
Para Jack Strimber, a jornada da Packster está só começando e o caminho é claro: unir inovação e consciência ambiental por meio das embalagens flexíveis.
“Nosso objetivo é transformar a embalagem em um canal de marketing sustentável, que conecta marcas e consumidores de uma forma mais consciente e inovadora”, afirma.
Como você pôde ver, a Packster vem mostrando que inovação e sustentabilidade podem caminhar lado a lado e que a embalagem flexível se tornou uma parte da experiência do produto. Com tecnologia, propósito e uma visão clara de futuro, a empresa torna cada embalagem em um canal de comunicação entre marca e consumidor, reforçando que o futuro do setor é feito de escolhas conscientes, digitais e cheias de significado.